sexta-feira, setembro 11, 2009

CAMPEONATO GAÚCHO DE SOM AUTOMOTIVO TUNNING E REBAIXADOS


NÃO PERCAM!! INSCRIÇÕES NO LOCAL
INFORMAÇÕES: 54 9925 6723 e 54 9166 8100 COM GERSON

quinta-feira, setembro 10, 2009

FÓRMULA 1

APESAR DA GARANTIA DA FIA DE QUE NÃO SERÁ PUNIDO, AO DELATAR A ARMAÇÃO DA RENAULT, NELSINHO ESTA EM UMA SITUAÇÃO MUITO DIFÍCIL, ATÉ OS PRÓPRIOS PILOTOS ESTÃO COM UM PÉ ATRÁZ EM RELAÇÃO AO CARÁTER DO BRASILEIRO.
"Se alguém tiver a capacidade de fazer isso, é porque não merece estar no esporte. Essa é a minha visão", afirmou nesta quinta-feira (10) em entrevista aos jornalistas brasileiros em Monza, Rubens Barrichello.
"O fato de Piquet ter causado propositalmente o acidente na prova noturna de 2008, com o objetivo de beneficiar o companheiro de equipe Fernando Alonso, é algo "chocante. Se foi intencional, então isso é uma surpresa para mim, sim. É algo muito chocante. É impressionante e de uma forma negativa", Disse Nico Rosberg.

VEJA NA ÍNTEGRA A TRADUÇÃO DO DEPOIMENTO DE NELSINHO A FIA:

Eu, Nelson Angelo Piquet, nascido em 25 de julho de 1985, em Heidelberg, Alemanha ... digo o seguinte:
1. Salvo o que for dito de outra maneira, os fatos e declarações contidos neste depoimento são baseados em fatos e assuntos de meu conhecimento. Acredito que tais fatos e declarações contidos neste depoimento são verdadeiros e corretos. Onde quaisquer fatos e depoimentos não forem do meu inteiro conhecimento, são verdadeiros conforme meu conhecimento e lembrança e, se apropriado, eu indico a fonte do meu conhecimento e lembrança.
2. Faço este depoimento voluntariamente para a FIA e com a finalidade de permitir à FIA que exerça as suas funções de supervisão e de regulamentação no que diz respeito ao Mundial de F1. 3. Estou ciente de que existe um dever a todos os participantes do Mundial de F1 e a todos os portadores da superlicença para garantir a justiça e a legitimidade do campeonato e estou ciente de que graves consequências podem ocorrer se eu der à FIA qualquer declaração falsa ou enganosa.
4. Eu tenho ciência de que o meu depoimento completo foi gravado em uma fita de áudio e que uma transcrição completa da minha gravação de áudio será disponibilizada para mim e para a FIA. O presente documento constitui um resumo dos principais pontos feitos durante a minha declaração oral.
5. Gostaria de trazer os seguintes fatos ao conhecimento da FIA.
6. Durante o GP de Cingapura de F1, organizado em 28 de setembro de 2008 e válido pelo Campeonato Mundial do mesmo ano, fui orientado por Flavio Briatore, meu empresário e chefe de equipe da Renault, e por Pat Symonds, diretor-técnico da Renault, a deliberadamente bater meu carro para influenciar de forma positiva o desempenho da equipe no evento em questão. Concordei com a proposta e causei um acidente ao bater com meu carro no muro durante a 13ª/14ª volta da prova.
7. A proposta de causar deliberadamente um acidente foi feita a mim pouco antes da corrida, quando fui chamado por Briatore e Symonds ao escritório de Briatore. Symonds, na presença de Briatore, me perguntou se eu estaria disposto a sacrificar minha corrida pela equipe "causando um safety-car". Todos os pilotos de F1 sabem que o safety-car é liberado quando há um acidente que bloqueie a pista, seja por destroços de uma batida ou por um carro parado, assim como quando há dificuldade de remover um carro danificado, como foi o caso.
8. Na época em que aconteceu a conversa, eu estava em um estado emocional muito frágil. Isso foi causado pelo intenso estresse provocado pela recusa de Briatore em me informar se meu contrato de piloto seria ou não renovado para a próxima temporada (2009), como costumeiramente é o caso no meio do ano (entre julho e agosto). Ao invés disso, Briatore repetidamente me pediu para assinar uma "opção", que significava que eu não poderia negociar com nenhuma outra equipe neste período. Ele seguidamente me pressionava a prolongar a opção que eu havia assinado, e regularmente me chamava ao seu escritório para falar sobre essas renovações, até mesmo em dias de corrida — em um momento que deveria ser de concentração e relaxamento antes da prova. Este estresse era acentuado pelo fato de que eu havia me classificado na 16ª posição no grid para o GP de Cingapura, então estava muito inseguro com relação ao meu futuro na Renault. Quando fui pedido para bater meu carro e causar um safety-car para ajudar o time, aceitei, pois esperava que isso fosse melhorar minha posição na equipe neste período crítico da temporada. Em nenhum momento ninguém me disse que, por concordar em causar um incidente, teria garantido a renovação do meu contrato ou qualquer outra vantagem. Entretanto, no contexto, pensei que isso me ajudaria a alcançar este objetivo. Por isso, concordei em provocar o incidente.
9. Depois do encontro com Symonds e com Briatore, Symonds me levou a um canto tranquilo e, usando um mapa, me indicou exatamente a curva em que eu deveria bater. Esta curva foi escolhida por causa do local específico da pista, que não tinha guindastes para suspender e levar rapidamente um carro danificado para fora, nem qualquer abertura na pista, o que permitiria a um fiscal retirar rapidamente o carro. Portanto, considerou-se que um acidente naquele lugar específico quase com certeza causaria uma obstrução da pista, o que resultaria na entrada do safety-car para permitir a liberação dela e garantir a continuação em segurança da corrida.
10. Symonds também me disse exatamente em que volta eu deveria causar o incidente, de modo que uma estratégia pudesse ser implantada para que o meu companheiro, Fernando Alonso, pudesse reabastecer nos boxes pouco antes da entrada do safety-car, o que ele de fato fez na volta 12. A chave para essa tática residia na quase certeza de que o safety-car entraria na pista nas voltas 13 ou 14, permitindo ao time fazer Alonso largar com uma estratégia de combustível agressiva, usando um carro leve com gasolina suficiente para parar na volta 12, mas não mais do que isso. Isso permitiria a Alonso ultrapassar tantos carros (mais pesados) fosse possível, sabendo que, depois, aqueles carros teriam dificuldades de alcançá-lo pela posterior entrada do safety-car. Esta estratégia foi bem-sucedida, e Alonso venceu o GP de Cingapura de F1 em 2008.
11. Durante estas discussões, não foi feita nenhuma menção em relação às implicações de segurança dessa tática, seja para mim, para o público ou para os outros pilotos. O único comentário feito neste contexto foi de Pat Symonds, que me alertou para "ter cuidado", o que eu interpretei como não me contundir.
12. Eu causei intencionalmente a batida, deixando perder o controle do carro pouco antes da curva pertinente. A fim de me certificar de que eu causaria o incidente durante a volta certa, eu perguntei à equipe por diversas vezes o número da volta em que estávamos, o que normalmente não faço. Nem eu, nem ninguém se lesionou no acidente.
13. Após as discussões com Briatore e com Symonds, descritas acima, a "estratégia do acidente" nunca mais foi discutida novamente com qualquer um deles. Briatore disse discretamente "obrigado" após o final da corrida, sem mencionar mais nada. Não sei se alguém tinha conhecimento desta estratégia no início da prova.
14. Depois da corrida, eu informei a Felipe Vargas, um amigo da família e conselheiro, o fato de que o incidente havia sido deliberado. Vargas ainda informou ao meu pai, Nelson Piquet, algum tempo depois.
15. Após a prova, vários jornalistas fizeram perguntas sobre o acidente e me perguntaram se eu tinha feito de propósito, pois acharam o incidente "suspeito".
16. Na minha própria equipe, o engenheiro do meu carro questionou a natureza do incidente, pois considerou incomum, mas eu respondi que tinha perdido o controle do carro. Eu acredito que um engenheiro inteligente notaria pela telemetria do carro que o acidente foi proposital, porque continuei acelerando, enquanto que a reação "normal" seria a de usar o máximo de freio possível.
A afirmação foi feita na sede da FIA, em Paris, no dia 30 de julho de 2009, na presença de Alan Donnelly (presidente dos comissários da FIA), Martin Smith e de Jacob Marsh (ambos da empresa de investigações Quest, contratada pela FIA para ajudar na investigação).
Fonte (GP)

FÓRMULA 1

E O CIRCO PEGA FOGO!

Em depoimento a FIA Nelsinho confirma a ordem para que batesse o carro em Cingapura.

O depoimento dado por Nelsinho Piquet em 30 de julho aponta que Pat Symonds, ao lado de Flavio Briatore, pediu ao piloto que batesse deliberadamente para que ajudasse a equipe a vencer GP de Cingapura com Fernando Alonso.
O resultado do GP de Cingapura foi mesmo resultado de uma armação da Renault que contou com a participação de Nelsinho Piquet. O site "F1sa" divulgou nesta quinta-feira (10) a carta de quatro páginas com o depoimento que o brasileiro deu à FIA em 30 de julho, quatro dias depois do GP da Hungria, seu último pela Renault, em que confirma o plano do chefe Flavio Briatore e do diretor Pat Symonds de "sacrificar" a corrida do brasileiro para que Fernando Alonso tivesse a oportunidade de vencer a corrida.
Em 16 parágrafos, Piquet contou que aceitou a proposta feita por Briatore e Symonds de bater deliberadamente na corrida entre as voltas 13 e 14, num determinado ponto da pista em que definitivamente houvesse a necessidade da entrada do safety-car para que Alonso, recém-saído dos boxes após uma parada para troca de pneus e reabastecimento, subisse na classificação. Nelsinho ressaltou que só aceitou a proposta da cúpula da Renault por estar em um "estado emocional muito frágil" porque não sabia se seu contrato seria renovado para 2009.
Fonte (GP)

quarta-feira, setembro 09, 2009

FÓRMULA 1


O CASO CINGAPURA 2008! NELSON PIQUET(PAI), FAZ DENÚNCIA A FIA EM TROCA DE DELAÇÃO PREMIADA PARA LIVRAR NELSINHO.
A delação premiada deve salvar a pele de Nelsinho Piquet na F1. A investigação que transcorre sobre o GP de Cingapura de quase um ano atrás deve mirar em Flavio Briatore, e consequentemente na Renault, sem que sobre a Nelsinho, protagonista do acidente da volta 14 da primeira corrida noturna da história da categoria, apurou o Grande Prêmio.A história tem seu início na pressão exercida por seu empresário e chefe, face a ameaça de demissão no ano passado, e seu pavio na revelação de que a perda do controle do carro na saída da curva 18 do circuito de Marina Bay foi proposital e deliberada.
situação de Piquet na Renault em 2008, se não for da lembrança de todos, era similar à que viveu neste ano, com Briatore chegando ao pé do ouvido em tom de ameaças. Tirando o GP da Alemanha, em que conquistou um segundo lugar casual, por conta de uma estratégia de pits decorrente da entrada do safety-car por um acidente de Timo Glock, Nelsinho ficou apagado. E a Renault errou a mão no carro, e nem Fernando Alonso o salvava.Surgiu, então, um fim de semana em que o R28 andou na frente, o de Cingapura. O desespero de Alonso com o carro quebrado no treino classificatório em que pintava como favorito à pole foi a expressão máxima de quem via ali sua única chance de vitória se esvair. E logo depois, o plano começava a ganhar formas.Alonso largaria leve da 15ª posição e teria um número X voltas para fazer sua parada, muito antes até do que os ponteiros. O carro de segurança aparecia, o grupo ficaria junto até que os boxes fossem abertos, e aí o espanhol pularia lá para frente. Aí entrou Nelsinho. E Briatore exerceu a função que mais usou contra Nelsinho, a que o próprio definiu como carrasco.Era aceitar ser o cara que provocaria a entrada do SC para contento de Alonso ou a demissão da Renault. A garantia era a continuidade até o fim da temporada e seria ponto vital na renovação do contrato para 2009. Nelsinho acabou aceitando.Na volta 12, o carro 5, em 11º, fez sua parada nos pits. Dois giros mais tarde, o carro 6, em 16º, "perdia o controle" e enchia o muro até com violência. Então último por sua ida aos boxes, Alonso subiu para 16º na volta 15, ganhou uma posição na 17, aparecia em quinto na 18 e foi subindo até a ponta sem mais perdê-la na 34.
Piquet sofria ameaça constante de substituição pelo compatriota Lucas Di Grassi. O acordo cingapuriano o manteve até o fim do ano. O acordo cingapuriano foi decisivo para que seguisse na Renault nesta temporada, ainda que Briatore embutisse a cláusula de contrato que dava chance de defenestrá-lo se Nelsinho não conseguisse 40% dos pontos que Alonso tivesse obtido até metade do campeonato.E chegou na metade do ano, e Piquet estava zerado na pontuação. Após o GP da Alemanha, aquele em que largou na frente de Alonso, Nelsinho chegou a ser demitido. A notícia foi dada por Galvão Bueno, inclusive. Na terça, a readmissão. É que naquela manhã, em Mônaco, os Piquet relembraram o caso de Cingapura. Encostaram Briatore na parede. E o dirigente deu mais uma corrida a Piquet, tendo em seu carro todas as evoluções contidas no de Alonso.A saída veio após a Hungria. Nos bastidores, os Piquet arquitetavam a 'vendetta'. Contaram à FIA o episódio do ano passado. Segundo a revista "Autosport", Nelsão entrou em contato com Max Mosley para lhe contar do que havia ocorrido em Cingapura em 26 de julho, dia do GP da Hungria. Quatro dias depois, ainda de acordo com a "Autosport", o tricampeão foi à sede da FIA em Paris para dar um depoimento aos representantes da entidade.A FIA abriu investigação chamando os três comissários do GP de Cingapura, além de dois investigadores da Quest — uma firma de investigação de ex-agentes do FBI — dando garantias de que nada vai sobrar a Nelsinho. De posse dos dados da telemetria e com depoimentos de funcionários da Renault, a FIA chegou à conclusão de que a denúncia tem fundamento. E se assim for, deve punir Briatore e sobrar para a montadora francesa.O Conselho Mundial vai analisar o caso, com a defesa da Renault, no próximo dia 21. Briatore e Pat Symonds negam qualquer envolvimento no imbróglio, inclusive com este alegando que a batida teria sido premeditada por Nelsinho.
Fonte (GP)

terça-feira, setembro 08, 2009

CAMPEONATO GAÚCHO DE SOM AUTOMOTIVO TUNNING E REBAIXADOS

É ISSO AI GALERA, O CONVITE ESTA AI! SERÃO TODOS BEM VINDOS!!

INSCRIÇÕES NO LOCAL, INFORMAÇÕES: 54 9925 6723 ou 54 9166 8100.