domingo, outubro 18, 2009

FÓRMULA 1 - A QUE PONTO CHEGA A FRIEZA HUMANA!

BERNIE DIZ QUE MORTE DE SENNA "FOI BOA PARA A F1"

Fim de semana de GP do Brasil sempre traz lembranças daquele que, sem dúvida, foi o maior ídolo do automobilismo nacional, e a morte de Ayrton Senna acaba virando pauta nas conversas de paddock. Contudo, o assunto foi motivo de polêmica neste domingo (18) graças a uma declaração de Bernie Ecclestone ao jornal "Folha de S. Paulo". Perguntado sobre o impacto da morte do brasileiro na F1, o presidente da FOM (Formula One Management) disse que, de um modo geral, a fatalidade foi boa para a categoria em termos de marketing.
"Foi uma infelicidade. Mas a publicidade gerada foi tanta... foi boa para a F1", afirmou Bernie. "É uma pena que tenhamos perdido o Ayrton para isso acontecer. Ele era popular, mas muita gente que não o conhecia soube da F1 por conta da publicidade gerada por sua morte", justificou.

A repercussão da entrevista, porém, foi tão grande que Ecclestone tratou de desmentir as próprias palavras quase que imediatamente. Em entrevista à rádio "Bandeirantes", o chefe-executivo da F1 voltou atrás, garantindo que a reportagem era mentirosa.

Fonte (GP)

sábado, outubro 17, 2009

FÓRMULA 1 - EU SOU BRASILEIRO!!

Sim, eu sou Brasileiro!
E num sábado(17) chuvoso e indefinível, cheio de tensão... não consegui conter as lágrimas quando aquelas últimas e agoniantes voltas de classificação do GP Brasil no circuito de Interlagos em fim cessaram.
Me desculpem as pessoas, os "falsos brasileiros" que criticam 'Ele' (Barrichello), há dezesseis anos. Pessoas estas, que não tem noção do que é se sentar dentro de um bólido daqueles e andar a mais de 300 km/h e tão rapidamente assim tomar decisões a cada curva.
Mas ele é acima de tudo um brasileiro, e dentro daquele cock-pit transborda este sentimento patriótico capaz de se sobrepor até mesmo ao clima.
Dezesseis anos de uma carreira cheia de emoções e frustrações, mas talvez desta vez os deuses se revelem bons brasileiros.
O primeiro passo foi dado hoje(17) debaixo de muita chuva, Rubinho deu um show no agoniante e interminável treino de classificação; foram quase 3 horas de tensão até sermos agraciados com o êxtase da vitória.
Depois de 15 anos de saudades do nosso eterno campeão e professor Ayrton, daquelas manhãs de domingo de alegria e emoção, os deuses conspiraram e juntamente com o imprevisto ocorrido com Massa, nos propiciam uma esperança repentina nas mãos de um brasileiro, pouco creditado por seus súditos, mas brasileiro de coração. Parabéns e boa sorte Rubens Barrichello.

quinta-feira, outubro 15, 2009

DICAS DE TRÂNSITO

NÃO SE ESQUEÇAM!!

UM LEMBRETE DO GTA.



FÓRMULA 1 - A DESPEDIDA CONTURBADA DE MOSLEY


MAX MOSLEY SE DESPEDE EM CARTA DIVULGADA A IMPRENSA FAZENDO UM BALANÇO DE SEUS QUINZE ANOS NO COMANDO DA FIA, DESEJA BOA SORTE A SEU SUBSTITUTO E JÁ SE INDISPÕE COM VATANEN, O CANDIDATO DA OPOSIÇÃO.
Decidido a se afastar do automobilismo, Max Mosley vê se aproximar a data de sua aposentadoria: no dia 23 de outubro, as entidades do esporte vão decidir quem será seu sucessor, Jean Todt — a quem o atual presidente da FIA apóia — e Ari Vatanen. Em carta publicada nesta quinta-feira (13), endereçada às entidades subordinadas à entidade máxima, Mosley enumera o que considera acertos de sua gestão e as dificuldades que o próximo dirigente terá de enfrentar.Max, de 69 anos, acredita que o primeiro grande desafio de seus mandatos foi estabelecer critérios mais rígidos para a segurança: em 1994, antes de completar um ano na presidência da FIA, morreram Roland Ratzenberger e Ayrton Senna no mesmo fim de semana de GP de San Marino. "O resultado foram melhores proteções para cabeça e pescoço, o Hans, os capacetes, os cabos que seguram as rodas, o sistema de célula de sobrevivência e muitas outras inovações, e todas elas contribuíram para uma enorme melhora na segurança", disse. "Sem este progresso, as fortes batidas durante o recente GP do Japão, em Suzuka, poderiam facilmente levar a outro fim de semana trágico como Ímola", emendou.
"Sempre me preocupei, entretanto, em tentar assegurar que as melhoras na pista fossem relevantes para as ruas. Na nossa reação pós-Ímola, ficamos cientes de que os crash-tests de veículos de rua não eram atualizados desde 1974 e lançamos uma grande campanha para mudar isso. Tivemos sucesso em forçar uma mudança de lei na Europa, para desenvolver novos testes de impacto frontal e lateral", falou Max.Mosley afirmou que trouxe progressos à F1, apesar dos obstáculos. "A F1 é sempre controversa. É difícil manter os custos de um esporte de alta tecnologia sob controle e, ao mesmo tempo, preservar a função reguladora da FIA, mantendo o crescimento do interesse no campeonato. Apesar das inevitáveis controvérsias, isso foi alcançado.""Ser presidente da FIA é desafiador. As decisões que têm de ser tomadas nunca são fáceis. Um esporte tão competitivo e comercialmente significante como o nosso precisa ter uma abordagem robusta de governo, que não fuja de tomar decisões impopulares e aceite que, como presidente, levará a culpa por decisões impopulares, mesmo aquelas tomadas por razões puramente jurídicas", continuou.

O dirigente declarou que muitas de suas ideias foram contestadas no início, mas se mostraram certas ao longo do tempo. "Frequentemente, porém, decisões altamente impopulares provaram estar corretas a longo prazo. Na F1, os exemplos são a eliminação dos carros de classificação, a imposição de uso de apenas um motor por todo o fim de semana e o congelamento dos motores. No momento, aquelas mudanças provocaram reações furiosas de muitas equipes. Hoje, nenhuma quer voltar aos velhos tempos, embora algumas tenham acabado as atividades por conta das mudanças. Há infinitos exemplos em todos os níveis do esporte." Já no fim da carta, Max admitiu que os problemas se intensificaram em tempos recentes. "Nos últimos um ou dois anos, o nível de controvérsia sobre a FIA e minha função como presidente atingiram novas alturas. Em particular, tivemos de lidar com o roubo por parte de uma equipe de F1 da propriedade intelectual da sua principal rival. Mais recentemente, tivemos uma conspiração extraordinária para bater um carro deliberadamente durante uma corrida. Novamente, houve polêmica, mas, desta vez, a montadora tomou medidas e a verdade foi rapidamente estabelecida."Desejando ao seu sucessor "o melhor para o futuro", declarou que opinará sobre questões da entidade desde que consultado. "Chegou a minha hora de recuar e aproveitar uma vida mais tranquila", disse.

PORÉM A VIDA TRANQUILA AINDA NÃO COMEÇOU.

EM REUNIÃO COM ARI VATANEN, CANDIDATO DA OPOSIÇÃO, MOSLEY JÁ DEIXOU CLARO QUEM MANDA E, DIGAMOS ASSIM, QUEM VAI MANDAR NO FUTURO DA FIA.

Durou pouco, muito pouco, a reunião que colocou frente à frente Max Mosley e Ari Vatanen nesta semana. De acordo com o jornal "The Guardian" desta quinta-feira (15), o finlandês, candidato de oposição ao cargo de presidente da FIA, foi expulso da sala pelo atual mandatário depois de apenas três minutos após tentar falar sobre a transparência nas eleições que acontecem no final de outubro. Vatanen concorre ao posto com Jean Todt, candidato de Mosley. Segundo as informações do diário, Mosley encerrou o encontro assim que o campeão mundial de rali de 1981 e ex-parlamentar da União Europeia levantou questões a respeito de rumores sobre como acontecerá a eleição do próximo dia 23 — Vatanen disse ter sabido que os eleitores vão receber as cédulas de votação em envelopes nomeados, ao invés de distribuídos de maneira aleatória entre todos.No momento em que Mosley ouviu as críticas, disse a Vatanen para que saísse da reunião. "Não vou discutir isso com você", declarou o presidente, segundo o "Guardian".

terça-feira, outubro 13, 2009

RECORD DE VELOCIDADE!


QUEM DISSE QUE PRA VOAR PRECISA TER ASAS? BOM SE ALGUÉM FALOU ISSO ESTA MUITO ENGANADO. SABEM O QUE É PASSAR DOS 500 KM/H; E NUMA PISTA DE SAL?

Carro com motor V8 de Cadillac estabeleceu nova marca em Boneville Spectre Performance Infidel atinge 532,2 km/h.

Nunca um carro com motor a gasolina foi tão rápido. Nem mesmo o Bugatti Veyron, com sua velocidade máxima de 407 km/h proporcionada pelo motor 8.0 W12 quadriturbo de 1 001 cv, atingiu tal feito. A responsável pela proeza é a Spectre Performance, que levou seu protótipo Infidel com motor 5.2 V8 de Cadillac 1967 a incríveis 532,2 km/h de velocidade máxima média no deserto de sal de Bonneville, nos Estados Unidos. O piloto a bordo do carro na passagem foi o veterano Kenny Hoover, dono de diversos outros recordes. De acordo com a fabricante do modelo, o motor V8 ganhou sistema biturbo, sendo capaz de gerar até 1 900 cavalos de potência e 165 kgfm de torque. A carroceria, aerodinâmica como uma flecha, foi desenvolvida após longos testes em túnel de vento e construída com materiais de baixo peso. Na cabine, o piloto vai protegido por um rígido cockpit de segurança, que assegura a proteção necessária no caso de acidentes em altíssimas velocidades. Ironicamente, o recorde de velocidade para um carro a gasolina ainda é inferior ao de um carro movido a diesel. Em 2006, o protótipo inglês JCB DieselMax atingiu 560,6 km/h. O recorde de velocidade para um carro, independentemente da propulsão, pertence ao Thrust SSC, um superprotótipo movido por duas turbinas com pós-combustores. Em outubro de 1997, a máquina atingiu a marca 1 223,6 km/h, tornando-se o primeiro carro a romper a barreira do som.


Fonte (Burnout Racing)