A VITÓRIA FOI DE JEAN TODT CANDIDATO DA SITUAÇÃO.

A FIA, órgão máximo do automobilismo mundial tem um novo presidente. Em um resultado nada surpreendente, Jean Todt bateu Ari Vatanen na eleição realizada para escolher o substituto de Max Mosley no comando da Federação Internacional de Automobilismo durante a Assembleia Geral da entidade, em Paris, nesta sexta-feira (23). O francês ganhou o mandato de quatro anos com pouco mais de 70% dos votos, 135 contra 49 do finlandês. Houve 12 abstenções/votos inválidos.“A conduta da minha equipe será baseada no consenso, não no confronto. Queremos ajudar a desenvolver a F1, então isso beneficia todos que estão envolvidos, dos times aos torcedores. Como reguladores de um esporte altamente competitivo e tecnicamente complexo, também vamos estabelecer um júri disciplinar independente para investigar violações das regras e recomendar as mais apropriadas medidas”, disse o novo presidente da FIA antes da eleição.Michael Schumacher acompanhou Todt durante a votação e comemorou o resultado. "É positivo, é muito positivo", afirmou.
O ex-chefe de equipe da Ferrari era o candidato da situação, com o apoio de Max Mosley e Bernie Ecclestone. O francês é visto por algumas equipes como uma alternativa a Max sem o perfil centralizador do atual presidente, que não goza de um bom diálogo com muitos times.Em sua campanha, o antigo dirigente da equipe de Maranello sempre afirmou que seu adversário nas eleições não detalhou propostas e rebaixou o nível do debate de ideias. Discutindo publica e asperamente, ambos o fizeram.
Pode-se dizer que a eleição de Todt é a última grande vitória de Mosley como presidente da FIA. Assim, acaba seu longo "reinado", que durou 16 anos. Desde 1993 no cargo, passou a ter sua saída do comando da entidade que rege o automobilismo mundial cogitada desde o escândalo do vídeo em que era dominado por mulheres com fantasias com temática nazista.
Até então, se manteve impassível, negando que fosse renunciar ao cargo. Neste ano, entretanto, depois de perder o filho Alexander e se envolver numa das mais difíceis disputas esportivas de sua carreira, que quase culminou com a criação de uma categoria rival da F1 sem as principais montadoras, Max começou a falar em sua aposentadoria.
Até então, se manteve impassível, negando que fosse renunciar ao cargo. Neste ano, entretanto, depois de perder o filho Alexander e se envolver numa das mais difíceis disputas esportivas de sua carreira, que quase culminou com a criação de uma categoria rival da F1 sem as principais montadoras, Max começou a falar em sua aposentadoria.


O próximo desafio do gauchinho é a segunda e decisiva etapa da Super Copa, que será realizada em Passo Fundo, no kartodromo da Roselândia em 24 e 25 de outubro. Victor Hugo buscará o campeonato e tem contado com o apoio Grupo Trevipart, Vitta Vergueiro Academia, Planet Kart Preparações e Escritório Matzenbacker.
A organização das 500 Milhas da Granja Viana anunciou nesta quarta-feira (21) as regras para a competição, que acontece no dia 5 de dezembro. Um dos pontos definidos para a edição deste ano é quanto à formação do grid. Agora, o pole-position será conhecido após uma corrida de 20 minutos que vai reunir os dez pilotos mais rápidos dos grupos A e B, além dos pilotos convidados, horas antes da largada.
Depois de começar o ano lutando para conseguir patrocínios, a Brawn se tornou uma das marcas mais valorizadas da F1. Depois desta temporada de estreia, em que conquistou os títulos mundiais de Pilotos e Construtores, a equipe teve uma valorização de US$ 255 milhões (em torno de R$ 436 milhões), de acordo com a empresa especializada em análise de mídia, Margaux Matrix.