Antes mesmo dos primeiros testes da pré-temporada, algumas equipes da F1 demonstraram dúvida quanto à asa traseira móvel nos carros. Diante da incerteza e do receio de que as ultrapassagens acabem se tornando fáceis demais, a FIA se mostrou aberta para discutir possíveis alterações na regra após as primeiras etapas da temporada 2011.
De acordo com o site da revista inglesa ‘Autosport’ desta quinta-feira (3), a FIA pretende criar uma zona de ultrapassagem nas pistas onde a asa móvel seria ativada durante as corridas. A ideia é que esta área seja num espaço de 600m na reta principal. Numa disputa por posições, o piloto conseguiria sucesso com o uso do artifício se chegasse a essa zona dentro do mesmo segundo do carro da frente.
O que acontece, no entanto, é que as manobras não seriam tão fáceis. Dados dos primeiros testes verificaram que é preciso uma diferença de 10 a 12 km/h de velocidade para garantir a ultrapassagem, dependendo do design do carro.
Os pilotos também estão liberados para ativar o ajuste da asa traseira durante os treinos livres e a classificação. Além disso, a FIA deve demarcar a zona de ultrapassagem através de marcas na pista já nos testes de Jerez de la Frontera, que acontecem entre os dias 10 e 13 de fevereiro.
A FIA espera alcançar um equilíbrio na distância da área de ultrapassagem até o Bahrein. Entende-se, contudo, que a federação vai utilizar os 600m nas quatro primeiras corridas do ano – Bahrein, Austrália e Malásia terão as zonas de ultrapassagem no início das retas principais, enquanto na China ficará no fim da longa reta.
O diretor-técnico da Lotus, Mike Gascoyne, afirmou que o sucesso da asa traseira móvel vai depender do regulamento da FIA. “Acho que temos de ter cuidado na hora de usá-la e acho que o órgão regulador [a FIA] tem de estar disposto a fazer mudanças para garantir que ela funcione da maneira que tem de ser. Não queremos que isso seja muito artificial”, completou.
Eric Boullier, por sua vez, disse que as equipes ficaram satisfeitas por terem conseguido fazer com que a asa traseira funcionasse direito, ressaltando que a única questão agora é a forma como a FIA vai colocar o artifício durante as corridas. “A pressão agora é sobre a FIA, porque as equipes estão mais ou menos preparadas tecnicamente para isso. A FIA precisa acertar este sistema”, concluiu o chefe da Lotus Renault.
Fonte (GP e Blog do Gomes)
Os tanques neste ano serão totalmente fechados, e com isto o desperdício deve diminuir. As equipes agora contarão apenas com seis mecânicos e estão preocupadas, pois o “sétimo” homem também vazia ajustes nas barras de direção e agora precisaram desinar um outro mecânico para fazer o trabalho. O trabalho de pitstop também ficará mais lento, pois sem o furo para escape de ar, o combustível deverá entrar mais lentamente no tanque. 

Com presença já confirmada para o Salão de Genebra, na Suíça, em março deste ano, a FF tem debaixo do capô o motor 6.2 V12 com injeção direta de combustível com 660 cv a 8.000 rpm e 68,6 kgfm de torque a 6.000 rpm. Tal força, segundo a Ferrari, é suficiente para fazer o carro acelerar do 0 aos 100 km/h em 3,7 segundos e atingir a velocidade máxima de 335 km/l com um consumo médio de 6,4 km/l. O câmbio também esbanja tecnologia: possui dupla embreagem e 7 marchas.
Desenhada pelo estúdio italiano Pininfarina, a nova Ferrari, assim como a 458 Italia, tem faróis com leds embutidos e traços pra lá de agressivos. Um detalhe curioso é o exaustor traseiro flutuante, que tem a incumbência de manter a machinna no chão em altas velocidades. O modelo ainda conta com freios Brembo com discos de cerâmica e amortecedores com controle magnético, que proporciona respostas imediatas às imperfeições do solo. Já o sistema de tração nas quatro rodas tem distribuição de força variável. Quando chegar ao mercado, o lançamento substituirá a linha 612 Scaglietti, à venda desde de 2004. Seu preço, porém, ainda não foi divulgado pela marca.