O GP Porto Alegre Mercosul da Indy, com previsão para ser realizado em 2012, já tem data e local programados. Durante reunião nesta semana com o prefeito da capital gaúcha José Fortunati, Terry Angstadt, presidente da Indycar, acertou os detalhes para que a categoria tenha uma segunda corrida no Brasil na próxima temporada, que vai marcar a renovação completa nos carros da Indy.
A corrida deve acontecer entre os dias 9 e 11 de março e abriria a temporada da Indy em 2012. Fortunati também falou sobre o circuito sede do GP Porto Alegre Mercosul. “Conseguimos fechar tecnicamente a pista no entorno próximo à Usina do Gasômetro, com 3,5 km”, disse o político em entrevista ao jornal gaúcho ‘Correio do Povo’. “A prova seria a de abertura da temporada, quando estrearão os novos carros da Indy, a 15 dias do aniversário da cidade”, emendou.
Mas para que haja a confirmação da realização da corrida na capital gaúcha, falta apenas garantir o aporte financeiro, assunto que foi comentado por Fortunati na sequência. “Falta é a gente fechar o escopo financeiro. Vamos receber os custos prováveis e vamos começar a dialogar com os governos do Estado e Federal, empresas privadas e parceiras, para verificar se é possível nós bancarmos a prova em 2012.”
O representante da Indy no Brasil, Willy Hermann, acredita que o evento seja viável do ponto de vista financeiro. “Tem o promotor envolvido e há um equilíbrio entre receita e despesa. Existe um investimento por parte da cidade, mas há uma receita em contrapartida que é muito grande. É financeiramente autossustentável”, garantiu o dirigente.
Willy acredita que a CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo) não vai se opor à realização do evento em um circuito de rua, apesar de haver dois autódromos próximos na Grande Porto Alegre: Tarumã, em Viamão, e o Velopark, em Nova Santa Rita. “A gente não antecipa qualquer problema”, acrescentou.
Por sua vez, Angstadt ficou satisfeito com o andamento das negociações com as autoridades locais e disse que sua única opção parar a realização do GP do Mercosul é a capital gaúcha. “É minha segunda visita à cidade, e nossas discussões estão evoluindo muito bem. Agora, o foco é somente Porto Alegre”, concluiu o norte-americano.
Os tanques neste ano serão totalmente fechados, e com isto o desperdício deve diminuir. As equipes agora contarão apenas com seis mecânicos e estão preocupadas, pois o “sétimo” homem também vazia ajustes nas barras de direção e agora precisaram desinar um outro mecânico para fazer o trabalho. O trabalho de pitstop também ficará mais lento, pois sem o furo para escape de ar, o combustível deverá entrar mais lentamente no tanque. 

Com presença já confirmada para o Salão de Genebra, na Suíça, em março deste ano, a FF tem debaixo do capô o motor 6.2 V12 com injeção direta de combustível com 660 cv a 8.000 rpm e 68,6 kgfm de torque a 6.000 rpm. Tal força, segundo a Ferrari, é suficiente para fazer o carro acelerar do 0 aos 100 km/h em 3,7 segundos e atingir a velocidade máxima de 335 km/l com um consumo médio de 6,4 km/l. O câmbio também esbanja tecnologia: possui dupla embreagem e 7 marchas.
Desenhada pelo estúdio italiano Pininfarina, a nova Ferrari, assim como a 458 Italia, tem faróis com leds embutidos e traços pra lá de agressivos. Um detalhe curioso é o exaustor traseiro flutuante, que tem a incumbência de manter a machinna no chão em altas velocidades. O modelo ainda conta com freios Brembo com discos de cerâmica e amortecedores com controle magnético, que proporciona respostas imediatas às imperfeições do solo. Já o sistema de tração nas quatro rodas tem distribuição de força variável. Quando chegar ao mercado, o lançamento substituirá a linha 612 Scaglietti, à venda desde de 2004. Seu preço, porém, ainda não foi divulgado pela marca.