sábado, setembro 19, 2009

FÓRMULA INDY

FAZENDO UM ÓTIMO TRABALHO, SCOTT DIXON VENÇE NO JAPÃO E PRATICAMENTE PÕE A MÃO NA TAÇA; BRISCOE ERRA FEIO E COMPLICA AS COISAS.
Rápido no momento certo, Scott Dixon venceu o GP de Motegi da Indy, neste sábado (19). O atual campeão da categoria ficou mais perto de um novo título após Ryan Briscoe, que tinha confortáveis 25 pontos de diferença para o segundo colocado na temporada, bater sozinho nos boxes e terminar a prova em 18º. Em segundo, ficou Dario Franchitti, numa mostra fiel da força da Ganassi na corrida. O terceiro foi Graham Rahal, seguido pelo companheiro Oriol Servià, em excelente corrida. Apesar de um problema no primeiro pit-stop, Mario Moraes conseguiu se recuperar na pista e terminou a disputa no quinto lugar.Agora, o campeonato é liderado por Dixon, que alcançou 570 pontos. Dario tem 565 e Briscoe três a menos do que o escocês. Assim, quem vencer em Homestead, no dia 10 de outubro, sai com o título — exceto se Dixon for segundo e liderar o maior numero de voltas. O lance decisivo da corrida — e provavelmente da temporada — foi de Briscoe. O australiano tinha atuação tranquila, sem se expor. Na segunda parada nos boxes, entretanto, cometeu um erro absurdo. Na saída do pit, fazendo o aquecimento dos pneus, derrapou, atropelou um cone e foi no muro interno.A falha impressionante só não lhe foi mais prejudicial porque, quase concomitantemente, Mike Conway causou a primeira bandeira amarela da prova. Com os carros atrás do safety-car, o conserto de emergência feito pela Penske no eixo e no rolamento da roda dianteira esquerda durou "só" 12 voltas do líder.
Se Dixon e Franchitti já se alternavam na liderança com Briscoe na pista, sem ele a dupla da Ganassi ficou ainda mais tranquila para abrir vantagem para os rivais. Moraes, que terminou no quinto posto, teve sua prova atrapalhada pela bomba de combustível da KV: na primeira parada, apesar dos esforços dos membros da equipe, o combustível não entrou na quantidade prevista. Assim, o brasileiro teve de fazer um pit-stop a mais.Em prova sólida, Raphael Matos terminou em nono. O piloto da Luczo Dragon se envolveu em boas disputas com Justin Wilson, nas primeiras voltas, e com Mario, na relargada após o forte acidente de Ryan Hunter-Reay — que ocasionou a segunda interrupção da corrida, no giro 160.Helio Castroneves e Tony Kanaan fizeram corridas de recuperação, partindo do fundo do grid. Fizeram o possível e terminaram no décimo e no 11º lugares.
Faltando uma prova para a decisão, o GP de MIAMI no circuíto de Homestead no dia 10/10, o campeonato ficou assim:

1. Scott Dixon - 570
2. Dario Franchitti - 565
3. Ryan Briscoe - 562
4. Helio Castroneves - 403
5. Danica Patrick - 381

sexta-feira, setembro 18, 2009

CALENDÁRIO PRO FIM DE SEMANA.

CONFIRA AQUI A AGENDA PRO FINAL DE SEMANA:

http://www.superspeedway.com.br/noticias/agenda.asp



ALÉM DISSO TEREMOS:






BOM DIVERTIMENTO A TODOS!!

E NÃO ESQUEÇAM NO PRÓXIMO DIA 27/09, CAMPEONATO GAÚCHO DE SOM AUTOMOTIVO TUNNING E REBAIXADOS ETAPA TAPERA.

(Inscrições e ingressos no local! Informações: 54 9925 6723.)

FÓRMULA 1 ... E ROLARAM CABEÇAS...

Cabeças rolaram... a de Briatore e Symonds! A Renault demitiu os dois para preservar o nome da escuderia e não ser punida também pela FIA. Agora Briatore diz que ele é quem pediu para sair e não prejudicar mais a equipe, será?
Bom o que importa é que os dois estão fora da Renault, Nelsinho apesar de sua "delação premiada", também está em maus lençois, porque os ex-colegas e as próprias equipes não o veem com bons olhos depois do episódio de Cingapura ter vindo à tona.
Entre discussões, ameaças de processo de ambas as partes, Briatore e os Piquets, a última é a de Piquet(pai) que vai aguardar a decisão da FIA para entrar contra Briatore por quebra de contrato e, olhem só e pasmem: - Apesar de Nelsinho ter sido demitido da Renault e da crise com o ex-dirigente, Briatore ainda é representante dele e tem direito a um percentual do que ele ganhará nos próximos anos, e por isso não podem nem tentar uma negociação com os outros times. Já do outro lado Briatore esta movendo uma ação contra os Piquets por tentativa de extorsão.

É uma pena que a F1 descambou pra esse caminho. Quem perde são os patrocinadores e principalmente os fãs.

terça-feira, setembro 15, 2009

CAMPEONATO DE SOM AUTOMOTIVO TUNNING E REBAIXADOS


É ISSO AI GALERA.. DIA 27 DE SETEMBRO NO PARQUE DE EXPOSIÇÕES DE TAPERA. INSCRIÇÕES NO LOCAL. CONTATO E INFORMAÇÕES: 54 9925 6723 e 9166 8100.
COMPAREÇAM E DIVIRTAM-SE!

FÓRMULA 1 - CABEÇA(S)?... VÃO ROLAR!

Após oferecer imunidade a Nelsinho Piquet e Pat Symonds, FIA fecharia um acordo com a Renault para tirar Flavio Briatore da categoria, afirmou o diário espanhol "AS".

A situação de Flavio Briatore é muito complicada. Depois de oferecer delação premiada a Nelsinho Piquet e Pat Symonds – o filho do tricampeão Nelson Piquet aceitou, o dirigente ainda não –, a FIA deve fazer um acordo com a Renault para que o italiano deixe a equipe francesa, de acordo com informações do jornal espanhol "AS" publicadas nesta terça-feira (15).Assim, o time gaulês não correria nenhum risco de expulsão da F1 por causa do caso Cingapura 2008 – após ser demitido, o piloto brasileiro revelou à Federação Internacional de Automobilismo que bateu na prova asiática no ano passado deliberadamente, a mando de Briatore e Symonds, beneficiar Fernando Alonso, que venceu aquela corrida. A polêmica será julgada pelo Conselho Mundial, em Paris, na próxima segunda-feira (21).O diário também apontou quem deve ser o substituto de Flavio. O preferido é Frederic Vasseur, chefe da ART, equipe do campeão da GP2 em 2009, Nico Hulkenberg. O dirigente, segundo as fontes ouvidas pela publicação, teria pedido um tempo para pensar no convite e dar uma resposta. Outros nomes já foram especulados, como Alain Prost e David Richards.

sequência de notícias nos últimos dias vem mostrando que a FIA, representada por Max Mosley, quer transformar Briatore no único "vilão" da história. O presidente da entidade vive seus últimos dias de mandato e sua última missão parece ser acabar com a carreira do italiano na F1.Mosley foi avisado do escândalo por Nelson Piquet em 26 de julho, dia do GP da Hungria. Depois, garantiu imunidade a Nelsinho. Assim, quatro dias depois do encontro entre o inglês e o tricampeão mundial, o ex-representante da Renault deu um depoimento à FIA sobre o que aconteceu no GP de Cingapura da temporada passada sabendo que não iria sofrer nenhuma sanção no futuro. No depoimento, Piquet, de forma bem detalhista, confirmou o plano de Briatore e Symonds de "sacrificar" a corrida do brasileiro para que Alonso tivesse a oportunidade de vencer a prova.De posse da acusação de Nelsinho, investigadores da agência especializada Quest, os comissários do GP da Bélgica – Lars Osterlind e Vassilis Despotopoulos, ambos membros do Conselho Mundial, e Yves Bacquelaine –, Herbie Blash, observador da FIA, deram início às investigações, entrevistando membros da Renault e Alonso. A posteriori, chamaram Symonds.Posto na parede em 27 de agosto em Spa-Francorchamps, o diretor da Renault foi questionado sobre a reunião e o que foi dito nela, a batida na volta 14 e o encontro com Piquet para definir o lugar específico do ato. Para nenhuma destas perguntas houve uma negativa, algo que seria comum se não houvesse participação no plano.Blash ainda comentou que a "falta de vontade" em colaborar poderia significar uma confissão, e Symonds rebateu que "esperava isso". No dia seguinte, Pat foi novamente convocado, e pouco acrescentou — após ter conversado com Briatore, que havia chegado à pista belga.

Depois de analisar a telemetria do carro do brasileiro e vários depoimentos, os comissários do GP da Bélgica decidiram enviar a questão ao Conselho Mundial. Eles não puderam questionar Piquet sobre as alegações de Symonds de que foi o piloto quem levantou a possibilidade de uma batida intencional, mas consideraram que a admissão do dirigente de que houve a discussão da possibilidade é um "suporte substancial" da alegação de Nelsinho de que a batida foi deliberada.Segundo os comissários, a soma de vários fatores levaram a "concluir que as alegações de Piquet são, em sua maior parte, verdadeiras". Estas questões foram a confissão de Symonds de que conversou com o brasileiro, sua recusa em responder nos dias 27 e 28 o que foi discutido quando ele, Nelsinho e Briatore se encontraram antes da corrida, e, por último, sua recusa em negar que indicou onde e em que volta o piloto deveria bater.As alegações de Piquet e as respostas e recusas de Symonds em responder foram o que conduziu os representantes da FIA àquela conclusão. "Parece indicar aos comissários que poder ter havido alguma conversa na presençade Briatore sobre a possibilidade de causar uma batida deliberada", diz o relatório feito sobre a investigação. Apesar disso, não se declararam prontos "para tirar qualquer conclusão definitiva em relação ao conhecimento ou envolvimento de Flavio".Ainda assim, o documento declara que "a reação de Briatore quando ouviu dos comissários que seu diretor de engenharia havia admitido que discutiu um acidente proposital com Piquet não pareceu ser de susto ou raiva" e que a carta de Flavio a Nelson Piquet é uma "estranha reação à tal séria alegação" de extorsão por parte do tricampeão para a manutenção do filho na equipe.Para fechar o cerco a Briatore, a FIA resolveu oferecer imunidade também a Symonds, desde que o dirigente confessasse o que realmente sabe sobre as acusações de Nelsinho, de acordo com matéria do jornal inglês "The Times". Ainda não se sabe se o diretor de engenharia da equipe francesa aceitou o acordo.
Fonte GP