sábado, novembro 06, 2010

FÓRMULA 1 - "HASTA LA VISTA HISPANIA!"

O FIM DO CALVÁRIO DE BRUNO SENNA SE ENCERRA COM O FIM DA TEMPORADA 2010. APÓS A ÚLTIMA PROVA JÁ SERÁ ANUNCIADO A MUDANÇA DO PILOTO PARA A LOTUS, EQUIPE A QUAL SEU TIO O SAUDOSO AYRTON DEFENDEU NOS ANOS 80. TENDO COMO PRINCIPAL PATROCÍNIO DA EMBRATEL EX- ESTATAL BRASILEIRA QUE FOI COMPRADA PELA MEXICANA TELMEX QUE INVESTE ALTO NO PATROCÍNIO AUTOMOBILÍSTICO, BRUNO TERÁ NAS MÃOS UM NOVO CARRO E NOVAS CHANCES DE FAZER HISTÓRIA COMO O TIO.


Bruno está longe de ser um Ayrton, claro, mas uma certa nostalgia virá à tona quando ele se sentar pela primeira vez no carro da nova Lotus, agora sob gestão de um empresário malaio, Tony Fernandes, dono de companhia aérea. A equipe 'reestreou' na categoria neste ano, 16 temporadas depois de sua última participação no Mundial. No final de 1994, depois de uma vertiginosa decadência técnica e financeira, a Lotus fundada por Colin Chapman fechou suas portas na F1 e foi reaparecer no fim de 2009, quando a FIA elegeu as equipes que seriam admitidas a partir da temporada seguinte para engordar o grid. Entre elas estava o grupo de Fernandes, que adquiriu os direitos de uso da marca Lotus para disputar o campeonato.

O time não é lá grande coisa, mas firmou-se como o melhor entre as nanicas de 2010. Tem pretensões e alguma estrutura, tanto que fechou um acordo técnico com a Red Bull e terá em 2011 os mesmos motores franceses que empurram os carros de Webber e Vettel. Já rescindiu o contrato que tinha com a Cosworth e é candidata a um lugarzinho no terceiro pelotão da categoria, ao lado de Toro Rosso, Sauber, Williams e Force India.

Bruno conseguiu seu lugar na F1 ainda em 2009 ao assinar com Adrián Campos, ex-piloto espanhol que conseguiu da FIA o direito de ocupar uma das vagas de estreantes ao lado da Lotus e da Virgin. O projeto, no entanto, empacou na falta de dinheiro. Campos teve de vender a equipe a um de seus investidores, José Carabante, que às pressas tentou reorganizar a bagunça para poder colocar dois carros na prova de abertura, no Bahrein. Sem um teste sequer.

A temporada de Senna tem sido um desastre, mas ele é o menor dos culpados, assim como os outros pilotos que guiaram para a Hispania neste ano — Karun Chandhok, Sakon Yamamoto e Christian Klien. O carro é horrível, a equipe não tem um centavo para gastar em desenvolvimento e há quem duvide de sua sobrevivência para o ano que vem. Ficar no mesmo endereço estava fora de questão para o primeiro-sobrinho, que começou a carreira tarde e, aos 27 anos, não tem muito tempo a perder se quiser chegar a algum lugar de destaque na categoria.

Sem nenhuma chance nas equipes grandes e médias, quase todas com suas duplas já confirmadas para 2011, Bruno declarou nesta semana que estava conversando com quatro times, a saber: Renault, Virgin, Williams e Lotus. A primeira, no entanto, era sonho de uma noite de verão. Kubica fica e a segunda vaga deverá permanecer com Petrov, que ajuda bastante a pagar as contas no fim do mês com a grana de patrocinadores russos que estampam seus nomes nos carros amarelos. A Virgin seria como trocar seis por meia-dúzia. A Williams terá Pastor Maldonado, com dinheiro venezuelano, e deve renovar com Barrichello em breve. Sobrou a Lotus, que tem um piloto plenamente dispensável, o desmotivado e veterano Jarno Trulli.
O lastro financeiro de Senna-sobrinho é a Embratel, ex-estatal privatizada no governo FHC e comprada em 2006 pela mexicana Telmex, do bilionário Carlos Slim. Naquele ano a empresa passou a patrocinar Bruno, que ainda corria na F3 Inglesa. A marca Embratel permanece até hoje no boné, no macacão e no carro do brasileiro. Slim é também o responsável pela entrada do mexicano Sergio Pérez na F1, com patrocínio da Telmex. O piloto vai defender a Sauber no ano que vem. O empresário esteve entre os cotados para comprar a Honda no fim de 2008, quando os japoneses decidiram deixar a categoria. Coincidência ou não, Bruno chegou a fazer um teste na equipe, na época. A Honda pretendia substituir Barrichello e ele era o nome mais forte para ocupar a vaga.

Os detalhes do contrato entre Senna e a Lotus foram definidos há menos de um mês e o anúncio oficial da mudança de equipe deve ser feito assim que terminar o Mundial.

Fonte(GP),Flávio Gomes.

segunda-feira, outubro 25, 2010

FÓRMULA 1 - ALONSO O "ILUMINADO!"

ALÉM DE SER BOM PILOTO, FERNANDO ALONSO É UM ILUMINADO. ISSO SE COMPROVOU NESTE DOMINGO(24) ONDE O ASTURIANO VENÇEU O CONTURBADO E "MOLHADO" GP DA COREIA DO SUL. COM O ABANDONO DE VETTEL E WEBBER, O PILOTO DA FERRARI ASSUME A LIDERANÇA DO CAMPEONATO FALTANDO DUAS PROVAS PARA O FIM DA TEMPORADA.
O piloto da Ferrari contou com os abandonos dos pilotos da Red Bull: Mark Webber perdeu o controle do carro e bateu na 19ª volta; Sebastian Vettel viu seu motor Renault explodir no giro 46, quando liderava soberano. Com o resultado, o espanhol foi alçado ao posto de novo líder do Mundial de Pilotos com 231 pontos, superando a dupla da esquadra rubrotaurina. Lewis Hamilton cruzou a linha de chegada de Yeongam em segundo e subiu para terceiro colocado na temporada, com 210 pontos, superando Vettel na tabela de classificação. Já Felipe Massa se recuperou do fim de semana ruim em Suzuka, fez uma corrida consistente e completou o pódio na Coreia do Sul. Rubens Barrichello vinha em quinto, quando seus pneus mostraram grande desgaste e causaram um erro que lhe custou duas posições. À sua frente, na sexta posição, ficou Vitantonio Liuzzi, repetindo seu melhor resultado na F1. Outro que teve desempenho marcante foi Michael Schumacher, que completou em quarto.
Os que esperavam por uma corrida 100% emoção ficaram frustrados com a decisão da direção de prova em estabelecer a largada atrás do safety-car. Lewis Hamilton era um deles. No rádio, reclamou da escolha de Charlie Whiting.

Depois de três voltas muito molhadas, com pouquíssima visibilidade e queixumes dos pilotos, veio a segunda decepção para o torcedor: Whiting e sua equipe decidiram tremular a bandeira vermelha e interromper a prova - que, na verdade, nem havia ainda começado de fato.

Mais de uma hora após o início da programação, a safety-car voltou a liderar o pelotão. E os pilotos voltaram a ser decisivos no rumo da prova. Vettel, o líder, recebendo bem menos spray, falou que a visibilidade havia melhorado.

Webber discordou. Hamilton, corajoso, viu condições muito melhores. Button usou a expressão "muito, muito ruim" para caracterizar a situação.

Completadas 15 voltas sob o domínio do carro de segurança, Hamilton perdeu a paciência. "O que eles estão esperando? Os outros pilotos estão reclamando? Qual é a razão pela qual não largamos?", disse ao seu engenheiro, antes de dizer que já se poderia colocar pneus intermediários. Enquanto isso, Kubica pedia a continuidade da bandeira amarela.

Na 18ª volta, depois de 1h42min sem corrida, os pilotos finalmente foram liberados para correr. Bruno Senna e Jarno Trulli passaram reto na primeira curva. Adrian Sutil foi outro a passear na área de escape.

Bernd Maylander - o piloto do safety-car - voltou a "liderar" a prova na 20ª passagem, logo após Mark Webber rodar sozinho, bater no muro e, depois, em Nico Rosberg, que havia largado brilhantemente. Os dois abandonaram a prova. E ficou no ar a verdadeira razão de o australiano ter pedido para que os pilotos não largassem.

A relargada veio quatro voltas depois, com Vettel fazendo a melhor volta em 1min54s438 - uma realidade totalmente diferente do resto do fim de semana. E, novamente, Trulli protagonizou uma presepada: Após tentar ser esperto arriscando colocar pneus intermediários, Jarno errou no S e atingiu Senna, ficando sem asa dianteira.

Chegaram juntas a 27ª volta e a segunda batida de quem tentou ser mais esperto do que os outros. Também com intermediários, Di Grassi rodou quando tentava ultrapassar Yamamoto e foi ao muro.

As decisões equivocadas dos pilotos continuaram. Buemi colocou o mesmo tipo de pneu de Jarno, Lucas e Sutil - que havia rodado algumas vezes voltas antes -, achou que poderia retardar a freada para ultrapassar Glock e, como esperado, atingiu o piloto da Virgin.

Último a parar nos boxes entre os ponteiros, Alonso perdeu a segunda posição para Hamilton graças a mais um dos tradicionais erros da Ferrari em pit-stops. Pouco depois, porém, Lewis reclamou de um desgaste anormal nos pneus. ssim, não demorou muito para que o inglês perdesse aderência e uma freada e voltasse ao terceiro lugar.

Chegada a volta 40 de 55, era hora de mais uma bandeira amarela, desta vez causada pela forte batida de Vitaly Petrov. O russo perdeu a traseira de sua Renault na entrada da curva 17 e bateu forte no muro. Enquanto isso, lá na frente, os mesmos três destoavam do ritmo dos outros pilotos.

Vettel parecia soberano. Reclamou, sem razão, de visibilidade. E, uma volta depois, não por coincidência, seu motor Renault estourou. E a corrida caiu nas mãos de Alonso, livre para abrir mais de 10s para Hamilton e vencer a prova.

Pouco depois, Sutil pagou definitivamente pelo erro de colocar pneus intermediários no início da corrida. Depois de inúmeros erros e rodadas durante a prova, falhou ao tentar ultrapassar Kobayashi, atingiu o japonês e deixou a corrida. Apesar da pancada sofrida, a Sauber de Kamui continuou intacta, conduzindo-o ao nono lugar.

Nas últimas voltas, os pilotos que puseram os compostos junto com Sutil também sofreram com pneus desgastados: Hulkenberg teve de fazer um pit-stop extra e Button, que já vinha mal, rodou sozinho.

COMO FICOU O CAMPEONATO APÓS A PROVA DA COREIA DO SUL:


  1. Fernando Alonso # 231

  2. Mark Webber # 220

  3. Lewis Hamilton # 210

  4. Sebastian Vettel # 206

A próxima prova será o GP do Brasil no dia 07/11.

Fonte(GP)

domingo, outubro 24, 2010

NASCAR SPRINT CUP - MARTINSVILLE

DENNY HAMLIN VENCE A PROVA DE MARTISVILLE NESTE DOMINGO(24), E PÕE FOGO NO CHASE.
Com 16 bandeiras amarelas, Denny Hamlin foi o grande vencedor da grande prova de resistência que ocorreu em Martinsville. E graças a todos os resultados, tanto ele quanto Kevin Harvick estão próximos na disputa com Jimmie Johnson. Agora Johnson tem 6 pontos de diferença para Hamlin, enquanto Kevin Harvick está 62 pontos do líder. Denny Hamlin se manteve com tranquilidade na ponta depois da largada seguido de Marcos Ambrose. Na volta 15 Hamlin acabou sendo superado pelo rival e junto foi ultrapassado por Greg Biffle e Ryan Newman também. Drama para Denny Hamlin, que começou a perder uma posição atrás da outra e para piorar a situação, Jimmie Johnson começou a ganhar. Na volta 40 Johnson já era o 12º e Hamlin apenas o 15º. Na volta 48 aconteceu a primeira amarela depois que Travis Kvapil furou o pneu e bateu no muro. Os pilotos foram para o pit e na saída a ordem era: Ryan Newman, Marcos Ambrose e David Reutimann.
Um bom público presente em Martinsville

Relargada na volta 54 e Ryan Newman sustentou a ponta. Na volta 82 Jeff Burton assumiu a liderança da prova. Bandeira amarela na volta 112 por problemas com Elliott Sadler. Novamente todos os pilotos nos pits e na saída a ordem era Jeff Burton, David Reutimann e Ryan Newman. Relargada na volta 119 e Burton sustentou a ponta. Na volta seguinte Marcos Ambrose rodou e provocou mais uma amarela.

Bandeira verde na volta 127 e Newman foi para cima de Burton para tentar assumir a liderança. E na 133 outra amarela depois que Kenan Schrader rodou e provocou um congestionamento atrás dele. Os lideres continuaram na pista e o pelotão de trás entrou nos pits. Verde na 136 e Burton novamente se manteve na frente. Na volta 170 Martin Truex Jr ficou lento pela pista e provocou mais uma bandeira amarela. Pilotos nos pits e na saída Jeff Burton voltou na frente seguido de Denny Hamlin e Kevin Harvick.

Recomeço na 179 e Burton se manteve na frente. Sam Hornish e Scott Speed trocaram batidas entre eles e Regan Smith que não tinha nada a ver com isto, acabou levando a pior porque estava passando e foi encostado por Speed que tinha levado o toque de Hornish. Bandeira amarela. Verde na 152 e uma volta depois Clint Bowyer no muro provocou outra amarela. Nova relargada na 201 e Hamlin foi para cima de Burton para tentar a primeira posição, mas além de não conseguir a posição, ainda perdeu a posição para Kevin Harvick. Na 210 foi Paul Menard que rodou e provocou outra amarela.

Os líderes permaneceram na pista e desta vez o pelotão intermediário mais da frente também parou junto com o pessoal de trás. Verde na 215 e Kevin Harvick superou Jeff Burton. Mark Martin provocou a próxima amarela, na volta 226. Verde novamente na 233 e Dale Jr, que tinha parado na verde anterior e não parou nesta, assumiu a ponta. E nova amarela, desta vez por problemas com David Reutimman que rodou depois de um toque de Keselowski.

Verde na 247 e Jeff Gordon, que estava na frente, manteve a ponta. Kyle Busch passou Dale Jr. e pulou para segundo, mas logo levou o troco. Na volta 285, Dale Jr. finalmente conseguiu ultrapassar Jeff Gordon, levando a loucura a torcida local. Porém, duas voltas depois, J.J Yaley parou na curva 2 e chamou mais uma amarela. Nos pits, Dale manteve a ponta, seguido de Tony Stewart e Jeff Gordon.

Relargada na volta 294 com Stewart botando pressão sobre Dale Jr. Já Kyle Busch quase foi jogado ao muro ao tentar chegar ao Top 3, enquanto no pelotão intermediário, Johnson, Harvick e Hamlin brigavam para ver quem ficava na frente de quem. No bloco de trás, Sam Hornish Jr. e Marcos Ambrose colidiam no muro e ficavam para trás, mas a bandeira verde era mantida. Quem aparecia forte novamente era Jeff Burton, que no giro 318 passava Jeff Gordon pelo segundo lugar. A competição se seguiu em um bom ritmo durante 54 voltas, até Greg Biffle ter problemas com os pneus e chamar nova bandeira amarela.

Todos os pilotos foram para os pits, e a ordem na saída foi Dale Jr., Burton e Harvick, enquanto Hamlin saiu em 4° e Jimmie Johnson em 8°. A relargada foi dada com Burton pressionando novamente Dale Jr., mas logo a bandeira amarela foi mostrada por um problema entre Sam Hornish e Travis Kvapil, enquanto um atrito entre Burton e Harvick esquentava os ânimos nas primeiras posições. Nova bandeira verde na volta 363 e Jimmie Johnson começava a ameaçar as posições dos 3 primeiros. Isso fez com que Kevin Harvick acelerasse e passasse Jeff Burton e na volta 378 Dale Jr. pela primeira posição. Na volta 370, Jeff Gordon foi jogado ao muro após toque contra Kurt Busch. Nos pits, Harvick manteve-se na frente, desta vez seguido por Burton e Hamlin.

Volta 394 apresentava Ken Schrader na relargada em primeiro lugar, mas com um carro bem mais lento e com pneus desgastados, foi engolido por todos os lideres. E apenas 3 voltas depois, foi a vez de Tony Raines chamar mais uma bandeira amarela. Faltando 97 para o fim, bandeira verde acionado, com Harvick liderando seguido de Burton, Hamlin e Johnson. Estas posições se mantiveram até as 47 voltas para o fim, quando Hamlin apertou o ritmo e passou Jeff Burton. Faltando 32 para o fim, Hamlin e Harvick passavam lado a lado varias voltas até o piloto da Joe Gibbs completar a ultrapassagem na volta 472. Na volta 474 Kyle Busch passou Jimmie Johnson pelo 5° lugar e em seguida, foi a vez Mark Martin passar ambos os pilotos. Faltando 13 voltas, Martin ainda passou Jeff Burton e com 5 para o fim passou Kevin Harvick, mas não foi capaz de passar Denny Hamlin.

COMO FICOU O CHASE DEPOIS DE MARTINSVILLE:
  1. Jimmie Johnson # 5998
  2. Denny Hamlin # -6
  3. Kevin Harvick # -62

A próxima prova será em TALLADEGA dia 31 de outubro.

Fonte(NascarBrasil)

NASCAR NATIONWIDE SERIES - GATEWAY

BRAD KESELOWSKI VENÇE A PROVA DE GATEWAY NESTE SÁBADO(23) E AMPLIA SUA VANTAGEM NA CONQUISTA DO CAMPEONATO

Depois de largar de trás, por não ter classificado o carro, pois estava em Martinsville treinando para a Sprint, o piloto partiu para a prova de recuperação e venceu.

Justin Allgaier, que largou na pole, sustentou a primeira posição na largada. Mas as atenções da prova estavam todas lá atrás, porque Carl Edwards e Brad Keselowski largaram lá de trás. Mike Bliss, que largou na quarta colocação, foi o único dos ponteiros a se movimentar, pulando para a segunda posição. A prova seguiu com um ritmo muito morno no começo, sem nenhum briga, e outro que se destacou foi Steve Wallace que saiu de sétimo e pulou para terceiro.

Na volta 47 aconteceu a primeira bandeira amarela da prova. Os pilotos foram para os pits e na saída a ordem era: Mike Bliss, Justin Allgaier e Steve Wallace. Bandeira verde na volta 52 e Mike Bliss se sustentou na frente, mas algumas voltas depois lá estava Allgaier novamente na frente. A segunda bandeira amarela foi provocada por Antônio Perez, que rodou sozinho e bateu. Os pilotos entraram novamente nos boxes e na saída a ordem era Brad Keselowski e Carl Edwards, que trocaram apenas dois pneus.

Relargada na volta 80 e Keselowski sustentou a ponta com Carl Edwards colado nele. Duas voltas depois mais uma amarela porque Brendan Gaughan bateu no muro. Na 87 a prova recomeçou novamente e mais uma vez Keselowski sustentou a ponta. Na volta 96 Josh Wise rodou na pista e provocou nova amarela. A história se repetiu na nova relargada e na volta 97 aconteceu um Big One. Bandeira vermelha. Os envolvidos foram: Ricky Stenhouse Jr, Scott Wimmer, Brad Sweet, Peyton Sellers, Tony Raines, Sean Caisse, Brandon McReynolds, Brendan Gaughan, Shelby Howard e Michael McDowell.

A prova recomeçou quase 30 minutos depois e Mikke Bliss foi para cima de Carl Edwards e Brad Keselowski, e assumiu a liderança da prova. Na volta 112 Keselowski deu o troco em Bliss e voltou para a ponta da prova. Faltando pouco mais que 50 voltas para o fim os pilotos começaram a parar com bandeira verde. Faltando 20 voltas para o fim Allgaier foi para cima de Keselowski e assumiu a primeira colocação. Faltando 10 voltas para o fim Steve Wallace deu um toque em Danica Patrick que rodou e bateu no muro. Bandeira amarela.

Os pilotos foram para os pits e na saída a ordem era Mike Bliss e Jason Leffler, que trocaram apenas dois pneus. Bandeira verde faltando 4 voltas e Reed Sorenson, que não parou, menteve a ponta. Na volta seguinte foi Mike Bliss que pulou para a ponta e na seguinte Brad Keselowski, para vencer, seguido de Bliss e Allgaier.
Fonte(NascarBrasil)

sábado, outubro 23, 2010

NASCAR - TRUCK SERIES MARTINSVILLE

RON HORNADAY VENCE A ETAPA DE MARTINVILLE DA TRUCK SERIES NESTE SÁBADO(23). ELE ASSUME A LIDERANÇA NO FINAL DA PROVA APÓS UMA BANDEIRA AMARELA E SEGURA KYLE BUSCH ATÉ A BANDEIRADA FINAL.


Ron Hornaday segurou Kyle Busch durante a prorrogação para vencer a etapa de Martinsville da Nascar Truck Series neste sábado (23) e, de quebra, conseguiu o famoso ‘relógio do vovô’ como prêmio. Busch finalizou em segundo e Todd Bodine, líder do campeonato, encerrou a prova na terceira posição e está cada vez mais perto do título.

Na corrida, Busch largou na pole-position e logo começou a ser pressionado pelos dois trucks da equipe de Kevin Harvick, pilotados pelo próprio piloto da Sprint Cup e por Hornaday. Não levou muito tempo até que Harvick assumisse a liderança.

Pela primeira vez na Nascar, quatro mulheres estavam participando de uma prova. Eram Jennifer Jo Cobb, Johanna Long e as gêmeas Angela e Amber Cope. Angela, duas vezes, e Jo Cobb chamaram a bandeira amarela logo no início da corrida. Só que depois da batida de Jennifer, as quatro pilotos fizeram uma condução impecável e não causaram mais problemas.
Duas das beldades que participaram da prova, Angela e Amber

As bandeiras amarelas constantes em Martinsville fizeram com que os pilotos optassem por táticas diferentes nos boxes. Dessa forma, Johnny Sauter liderou a corrida – seguido de perto por Timothy Peteres – quando os principais concorrentes do início da prova realizaram a parada nos boxes para troca de pneus e reabastecimento.

A liderança caiu no colo de Todd Bodine quando Sauter fez a parada. Bodine buscava a vitória para homenagear a mãe, que falecera durante a madrugada. O piloto, porém, não foi páreo para as investidas de Kyle Busch e Ron Hornaday.

Os acidentes foram recorrentes nas últimas voltas, sendo que uma das intervenções do safety-car foi causa por um pneu furado de Harvick. No mesmo instante, mas eu outro ponto da pista, Johnny Sauter era empurrado por James Buescher para o muro.

Logo depois da relargada, foi a vez de Peters, outro candidato à vitória, ir para o muro depois de um acidente com Matt Crafton e Austin Dillon. O carro de Peters sujou a pista com fluidos e a prova chegou a ser interrompida com a bandeira vermelha. Pouco depois do recomeço, Dillon foi mais um dos favoritos a chamar a bandeira amarela.

Nas voltas finais, Busch e Hornaday começaram um grande duelo pela liderança da corrida. No giro 197, os dois chegaram a estar lado a lado quando a bandeira amarela foi acenada por conta da batida do estreante Cody Cambensy. A Nascar decidiu que Hornaday estava na frente no momento exato da interrupção e por isso relargaria na liderança.

O piloto do Chevrolet número 33 precisou segurar Kyle Busch nas voltas finais para vencer pela segunda vez na temporada. Busch finalizou em segundo, seguido por Bodine, Jason White e Aric Almirola. Mike Skinner,
David Starr, Stacy Compton, Ricky Carmichael e Matt Crafton completaram os dez primeiros. Kevin Harvick terminou em 15º e Johnny Sauter foi o 21º. Na corrida, houve cinco mudanças de liderança entre cinco pilotos e a bandeira amarela foi acionada 11 vezes, durando 59 voltas.

Com o resultado da corrida, Bodine agora tem uma vantagem de 282 pontos para Almirola. Com quatro corridas para o fim da temporada, o veterano piloto está muito próximo do segundo título na carreira. Sauter aparece em terceiro, com 3001 pontos, mas 370 atrás do líder. Dillon é o quarto, com 2923, e Matt Crafton, o quinto, com 2907.
Fonte (NascarBrasil)