quarta-feira, fevereiro 03, 2010

FÓRMULA 1 - "LÍNGUA AFIADA NÃO TRAZ PÓDIUM!"

RUBENS BARRICHELLO FEZ UMA DECLARAÇÃO INFELIZ À IMPRENSA NA ÚLTIMA SEGUNDA FEIRA(1), SOBRE NICO ROSBERG NA MERCEDES. HOJE(3), NORBERT HAUGH VICE-PRESIDENTE DA MONTADORA REBATEU A DECLARAÇÃO DIZENDO QUE O PILOTO DA WILLIANS "É UM POUCO AMARGO!"


O polêmico conselho de Rubens Barrichello a Nico Rosberg para "cair fora" da Mercedes ainda repercute. O vice-presidente da montadora, Norbert Haug, rebateu o comentário do brasileiro afirmando que o piloto da Williams é "um pouco amargo".

"Quando Michael vence 72 corridas e Rubens nove, uma ordem incomum de equipe pode ser inventada", declarou Haug. "Talvez ele seja um pouco amargo", acrescentou. Rubens disputou seis temporadas como companheiro de Schumi pela Ferrari e conquistou os vice- campeonatos de 2002 e 2004. No mesmo período, entre 2000 e 2005, Michael levou cinco títulos.

Na segunda-feira (1º), primeiro dia de treinos em Valência, Barrichello foi perguntado sobre um conselho que daria a Nico, que disputará ao lado de Schumacher o campeonato de 2010 pela Mercedes. E eis que o brasileiro polemizou, sem titubear: “Cai fora! Essa é a única coisa que eu posso dizer a ele”, falou. “Ele precisa ser rápido e não bater. Ross [Brawn] sempre vai lhe dizer isso antes da corrida”, emendou.
A Rosberg foi pedida uma resposta no dia seguinte. E o alemão manteve o tom utilizado por Rubens. "Também sou muito forte e respeito as pessoas", afirmou. . "Ele [Barrichello] foi batido por seis anos, então não me surpreende que tenha dito coisas assim", atacou.
Fonte (GP)

terça-feira, janeiro 26, 2010

PARA ENCHER OS OLHOS







VW GOLF GTI Mk4 1.8T

Uma verdadeira obra de arte, simples mas perfeita.
A verdade é que a beleza das coisas está na simplicidade e uma verdadeira obra de arte não precisa mais que alguma genialidade como solução.

O proprietário do VW Golf GTI 1.8T exposto nesta postagem soube bem como utilizar a simplicidade a seu favor, com um pouco de genialidade. O carro não possui adereços estéticos ou modificações profundas, nem mesmo no motor e os poucos acessórios agregados foram fundamentais para que o Golf GTI atingesse o nirvana com poucas modificações.
As rodas não poderiam ser mais clássicas. Um par de BBS modelo RS320 de medidas 9x17" com off-set de +30mm foram montadas com espaçadores de +13mm na dianteira, levando o off-set final para +17mm. Calçando pneus Falken Ziex ZE912 de medidas 215/40-17". Na traseira foram utilizadas BBS de modelo RS300 de medidas 10,5x17" com off-set de +34mm, montadas com espaçadores de +5mm e off-set final de +29mm. As rodas sofreram leves modificações para casarem perfeitamente com o sistema de rolagem do GTI. Os pneus utilizados na traseira são Falken Ziex ZE912 de medidas 225/45-17", formando um visual agressivo e deixando o Mk4 ainda mais parrudo.
A suspensão original foi substituida por um modelo RS2 da B&G Coilovers com barras anti-torção dianteira e traseira da H-Sport. Externamente foram acrescentados faróis com projetores e spoiler traseiro da versão R32, enquanto a grade dianteira perdeu o símbolo da montadora e recebeu pintura preta, bem como os retrovisores. Internamente foram acrescentados manômetros de pressão do óleo, combustível e turbo na coluna "A" para monitoramento do motor.
Fonte: (run4fun)

sexta-feira, janeiro 15, 2010

AUTOMOBILÍSMO NACIONAL - O PODER DOS CARTOLAS CONTINUA...

MANDA QUEM TEM PODER...

"Olhem só a matéria extraída de um blog famoso a respeito da 'ditadura' que aconteçe no automobilísmo nacional!

Foi nos primeiros dias de abril de 2008 que veio ao meu conhecimento uma história de que a Vicar, respaldada ou incentivada pela TV Globo, havia traçado por linhas não tortas como regra, a cláusula 7ª de um tal “Contrato de credenciamento e outras avenças”, o veto da participação de qualquer piloto da Stock Car em qualquer categoria do automobilismo brasileiro que não fosse transmitida pelo sistema Globo — o que incluía o SporTV. Na prática, então, a regra impedia que um piloto da Stock Car também corresse na F-Truck, atualmente produto da TV Bandeirantes.

Literalmente, a malfadada e mal-escrita cláusula sétima era isto: “Os eventos, provas e treinos, (sic) são alvo de transmissão e reportagens, que irão ao ar através de sinal de empresas detentoras dos direitos de exibição em TV aberta, TV fechada, internet ou outros meios analógicos ou digitais, ficando vetada a participação dos piloto (sic) da Copa Nextel Stock Car [V8], (sic) em campeonatos nacionais de outras categorias que tenham transmissão ao vivo ou em VT, em outras emissoras de TV aberta, TV fechada ou internet que não as detentoras dos direitos de exibição.”

Consultei gente da Globo e da Vicar. Carlos Col confessara ser uma “imposição da Globo”; a Globo devolveu com um “isso é negócio da Vicar”. E falei com o então presidente da CBA, Paulo Scaglione, que disse à época que mal sabia da existência daquele efeito proibidor. “A CBA não aceita qualquer tipo de restrição à carreira do piloto. O promotor e o patrocinador não têm poder para exigir isso, e nós não aceitamos. A função do promotor é promover, e as funções técnicas e desportivas são exclusividade da CBA. E esta questão é desportiva”, disse o ex-dirigente.

No fim das contas, faltando três dias para o início do campeonato da Stock, a cláusula foi derrubada. Só que Col não a derrubava ad eternum. “No futuro pode ser que exista um tipo de situação que tenha que acordar com a Globo e com os pilotos. Para este ano, a regra era inócua”, salientou.

Teve quem me dissesse que a Truck fazia a mesma coisa. O caso acabou morrendo ali.

Pouco menos de dois anos depois, a regra de exclusividade torna a ser assunto. Só que desta vez, teve efeito prático. Agiu contra um piloto que queria correr na F-Truck, e que só não fechou contrato por a gloriosa categoria dos caminhões impediu. O piloto é Antonio Pizzonia.

A Truck não disponibiliza seu regulamento no site oficial, nem fala abertamente destes contratos paralelos. Sabe-se, no entanto, que há um item que proíbe o piloto de participar de qualquer outro campeonato, não só no Brasil, mas no mundo. Pizzonia negociava um lugar de Djalma Fogaça, a DF Motorsport, com um caminhão Ford. Diversos pilotos, inclusive, fariam testes pela equipe. Fogaça abriu mão destes testes só para ter o amazonense, que pretendia conciliar suas atividades com a Superliga.

Daí foram conversar com a Truck para resolver a situação. Não resolveu. A categoria reiterou o veto. Por isso Pizzonia teve de continuar na Stock. Dias antes do Natal, Antonio assinou contrato com a Hot Car, de Amadeu Rodrigues, penúltima colocada no campeonato de 2009.

À Ford e a Fogaça restaram procurar outro nome de peso. Foi sugerido o nome de Bruno Junqueira. Djalma conversou com Pedro Aquino, diretor da montadora, e consultou os demais diretores envolvidos. O processo todo, entre a indicação e a aprovação do nome de Junqueira, levou menos de 10 minutos. Junqueira será companheiro de Danilo Dirani.

E este é mais um capítulo que demonstra o porquê de o automobilismo brasileiro estar assim. Muitas cabeças pensantes (?) apenas nos umbigos palmos abaixo de si.
Fonte(GP) Blog do Victor Martins

Infelizmente é assim mesmo que funciona...

terça-feira, janeiro 12, 2010

FÓRMULA 1 - CHEFE DA CAMPOS SE DEFENDE

O CHEFE DA EQUIPE ADRIAN CAMPOS, DESMENTE A MAIORIA DOS BOATOS A RESPEITO DE SUA EQUIPE E AFIRMA QUE ESTA COM DIFICULDADES MAS VAI DISPUTAR O MUNDIAL DE 2010.
As informações veiculadas na Europa dando conta de que a Campos passa por dificuldades financeiras e, por isso, corre o risco de não completar seu projeto para disputar o Mundial de 2010 foram parcialmente negadas por Adrian Campos. Entrevistado pelo programa BBC Sport nesta segunda-feira (11), o dirigente admitiu que a equipe precisa de investidores, mas garantiu que seus carros vão estar no grid do GP do Bahrein para a estreia do campeonato.

"Nós vamos estar na primeira corrida. Estamos conversando com pessoas que queiram ser nossos acionistas, e esperamos mais investidores", disse Campos, falando sobre os rumores de que Tony Teixeira — chefe da moribunda A1GP — foi procurado para se associar ao time. "As pessoas falam muito e nos causam problemas. Não quero vender minha parte do time e vou seguir como chefe: as condições para ser acionista são de aceitar os atuais contratos", explicou.

E, segundo o espanhol, o projeto do time — que, por enquanto, conta com Bruno Senna como único piloto contratado — está "muito vivo". "Com o dinheiro de (Bernie) Ecclestone e do segundo piloto que estamos querendo contratar, estamos muito perto do orçamento necessário. Falam muito sobre Teixeira, mas também estamos conversando com outras pessoas."

Quem também desmentiu rumores a respeito da Campos foi a Dallara. A empresa italiana, que está construindo os carros da escuderia espanhola, negou que tenha dinheiro por receber da equipe. "Não é verdade, ao menos não com relação à gente. Estamos fazendo o carro, e ele já passou nos crash-tests", afirmou Andrea Pontremoli, diretor-executivo da Dallara.
Fonte(GP)

FÓRMULA 1 - PROBLEMAS NA CAMPOS

HÁ POUCOS DIAS DO INÍCIO DOS TESTES COLETIVOS DE 2010, A CAMPOS EQUIPE DE BRUNO SENNA TEM NOVOS PROBLEMAS.


Depois de ver o nome de Tony Teixeira — chefe da moribunda A1GP — ser cotado como possível sócio de Adrian Campos, o time espanhol, que conta com Bruno Senna como único piloto contratado, vê agora novos problemas levantados: segundo fontes, os pagamentos à Dallara para a construção dos chassis está atrasado.

Segundo o site "GrandPrix.com", Campos tem procurado diversos investidores nas últimas semanas para ter a quantia necessária para pagar a companhia italiana os valores necessários para saldar as dívidas — e, por isso, foi atrás de Teixeira, entre outros empresários. Fontes d Dallara afirmaram que os pagamentos já estão atrasados, e o time espanhol precisa de dinheiro para bancar a construção de um segundo chassi e de peças sobressalentes para poder testar.

Com isso, o desenvolvimento do carro está atrasado, e não há certeza de que a equipe vai poder estar em Valência para sessão de testes coletivos. Adrian ainda não conseguiu fechar nenhum contrato com investidores e, enquanto isso, o diretor-esportivo Daniele Audetto tem encontrado dificuldades para acertar a contratação de Pastor Maldonado ou Vitaly Petrov, ambos com patrocínios fortes por trás. Porém, ainda sem sucesso em ambos os casos.

A Campos também esperava que a contratação de Senna trouxesse patrocinadores fortes para a equipe, mas não foi o que aconteceu até agora. Além dos patrocinadores pessoais do piloto, nenhuma companhia brasileira ou espanhola se associou ao time.
Fonte(GP)