DOBRADINHA DA RED BULL ADIA DECISÃO DO TÍTULO PARA O GP DE ABU DHABI ONDE OS QUATRO PILOTOS VÃO DISPUTAR O TÍTULO DA TEMPORADA 2010. ALONSO MANTEM A PONTA NA DISPUTA COM 8 PONTOS DE VANTAGEM E PODE ATÉ CHEGAR EM SEGUNDO NA ÚLTIMA PROVA. POR ENQUANTO A RED BULL SÓ CONSEGUIU O MUNDIAL DE CONSTRUTORES ANTECIPADO COM A VITÓRIA NO BRASIL.
Pois o 'fator Hulk' não durou mais do que 10 segundos. Largando mal, nem conseguiu espremer Vettel no muro interno e permitiu a ultrapassagem já no S do Senna. Lá entre o fim da reta oposta e a Descida do Lago, foi a vez de Webber superar o alemão. Mais atrás, Alonso pressionou Hamilton, e logo na volta 2 o espanhol ganhava o quarto posto num pequeno erro de Hamilton, também no Lago.
Hülk atrapalhou Alonso até a volta 6. Notoriamente com o carro mais rápido, o líder do campeonato encostava na reta principal e não executava a manobra de superação porque o alemão optava pela trajetória interna. Só na Descida do Lago — sempre ela —, com melhor tangência e tração na curva é que Alonso pulou para terceiro, mas já relativamente longe das Red Bull.
O pole passou a segurar uma fila que tinha Hamilton, Kubica, Barrichello, Massa, Schumacher e Button. Algo que durou até a volta 14, quando Hülkenberg foi aos pits. Neste ínterim, Massa havia já parado duas vezes — a segunda por um problema de fixação da roda dianteira direita. Barrichello também não saiu ileso dos pits: a Williams se atrapalhou.
Dos ponteiros, Hamilton foi quem foi aos boxes antes, na volta 20. Com pneus novos e sem tráfego, começou a andar quase 1s mais rápido que os três rivais da frente. A Ferrari só chamou Alonso na 24. A Red Bull optou por trazer Vettel antes de Webber, giros 25 e 26, respectivamente. Como estava, ficou, com Vettel mantendo uma frente de aproximadamente 3s para o companheiro e neo-desafeto.
No pelotão secundário, as paradas ajudaram Button a escalar o pelotão. 11º no grid, o lorde chegou ao quinto lugar na volta 30, quando se livrou de Kobayashi — que ainda não havia parado; aliás, só o fez na 49. No outro extremo, Massa e Barrichello buscavam uma recuperação impossível. Enquanto Felipe sofria atrás de Vitantonio Liuzzi e Sébastien Buemi, Rubens revia os problemas ao ter um leve toque ao tentar superar Jaime Alguersuari. A 13ª posição virou 18ª, com nova parada nos boxes para troca do bico avariado e do pneu furado.
A prova passou a focar a batalha de Webber à caça de Vettel. Até que Mark chegou a 1s5. Só que veio uma fila de retardatários, de nível — Massa, Heidfeld, Kubica e, vejam, o pole Hülkenberg — para minar sua tarefa. Quem atrapalhou mais foi Buemi, e a diferença voltava a 2s5. De repente, Liuzzi — em sua provável penúltima prova na F1 — encheu a barreira de pneus da Curva do Sol e provocou a entrada do safety-car na 52ª passagem.
O que parecia ajudar Webber acabou sendo pior. Porque naquele instante, Kubica e Hülkenberg estavam entre seu alvo. Assim, quando foi dada a relargada, o alemão encaixou a então melhor volta da prova, 1min14s909. Combalido, o australiano teve de se livrar do tráfego e ver os números voltarem àqueles 3s de praxe. Estava dado o nocaute. 3s3 na volta seguinte. Depois 3s6. Depois 4s4. Depois 5s. E ficou nisso, com certa margem de erro.
A prova ainda veria um ou outro momento de êxtase, tipo o toque de Massa com Buemi no fim da reta oposta, outro toque, desta vez com Petrov no S do Senna, e a disputa entre Hamilton e Alonso para ver quem seria o autor da melhor volta — o inglês da McLaren ganhou.
Sem a Red Bull se resolver se apoia Vettel ou Webber, Alonso manteve importante vantagem na tabela de classificação, com oito pontos de vantagem para Webber — 246 a 238. Isto é, um segundo lugar dá o título ao espanhol. Vettel foi a 231. E Hamilton chegou a 222. Os quatro na disputa. Abu Dhabi queria. E vai ver a decisão do Mundial 2010.
Fonte(GP)
A primeira curva da corrida deste domingo (7) em Interlagos definiu a favor de Sebastian Vettel a vitória no atipicamente chocho GP do Brasil. O único trabalho que teve o alemão nas 71 voltas foi o de passar o compatriota e zebra Nico Hülkenberg o mais rápido que pudesse para não ter um eventual enfrentamento com Mark Webber. Como conseguiu a meta na primeira curva, o negócio, então, foi manter uma distância sempre cômoda para o colega de Red Bull que o conduzisse ao quarto triunfo na temporada e, por conseqüência, garantisse sua passagem para a decisão do campeonato, em Abu Dhabi.
Pois o 'fator Hulk' não durou mais do que 10 segundos. Largando mal, nem conseguiu espremer Vettel no muro interno e permitiu a ultrapassagem já no S do Senna. Lá entre o fim da reta oposta e a Descida do Lago, foi a vez de Webber superar o alemão. Mais atrás, Alonso pressionou Hamilton, e logo na volta 2 o espanhol ganhava o quarto posto num pequeno erro de Hamilton, também no Lago.Hülk atrapalhou Alonso até a volta 6. Notoriamente com o carro mais rápido, o líder do campeonato encostava na reta principal e não executava a manobra de superação porque o alemão optava pela trajetória interna. Só na Descida do Lago — sempre ela —, com melhor tangência e tração na curva é que Alonso pulou para terceiro, mas já relativamente longe das Red Bull.
O pole passou a segurar uma fila que tinha Hamilton, Kubica, Barrichello, Massa, Schumacher e Button. Algo que durou até a volta 14, quando Hülkenberg foi aos pits. Neste ínterim, Massa havia já parado duas vezes — a segunda por um problema de fixação da roda dianteira direita. Barrichello também não saiu ileso dos pits: a Williams se atrapalhou.
Dos ponteiros, Hamilton foi quem foi aos boxes antes, na volta 20. Com pneus novos e sem tráfego, começou a andar quase 1s mais rápido que os três rivais da frente. A Ferrari só chamou Alonso na 24. A Red Bull optou por trazer Vettel antes de Webber, giros 25 e 26, respectivamente. Como estava, ficou, com Vettel mantendo uma frente de aproximadamente 3s para o companheiro e neo-desafeto.
No pelotão secundário, as paradas ajudaram Button a escalar o pelotão. 11º no grid, o lorde chegou ao quinto lugar na volta 30, quando se livrou de Kobayashi — que ainda não havia parado; aliás, só o fez na 49. No outro extremo, Massa e Barrichello buscavam uma recuperação impossível. Enquanto Felipe sofria atrás de Vitantonio Liuzzi e Sébastien Buemi, Rubens revia os problemas ao ter um leve toque ao tentar superar Jaime Alguersuari. A 13ª posição virou 18ª, com nova parada nos boxes para troca do bico avariado e do pneu furado.
A prova passou a focar a batalha de Webber à caça de Vettel. Até que Mark chegou a 1s5. Só que veio uma fila de retardatários, de nível — Massa, Heidfeld, Kubica e, vejam, o pole Hülkenberg — para minar sua tarefa. Quem atrapalhou mais foi Buemi, e a diferença voltava a 2s5. De repente, Liuzzi — em sua provável penúltima prova na F1 — encheu a barreira de pneus da Curva do Sol e provocou a entrada do safety-car na 52ª passagem.
O que parecia ajudar Webber acabou sendo pior. Porque naquele instante, Kubica e Hülkenberg estavam entre seu alvo. Assim, quando foi dada a relargada, o alemão encaixou a então melhor volta da prova, 1min14s909. Combalido, o australiano teve de se livrar do tráfego e ver os números voltarem àqueles 3s de praxe. Estava dado o nocaute. 3s3 na volta seguinte. Depois 3s6. Depois 4s4. Depois 5s. E ficou nisso, com certa margem de erro.
A prova ainda veria um ou outro momento de êxtase, tipo o toque de Massa com Buemi no fim da reta oposta, outro toque, desta vez com Petrov no S do Senna, e a disputa entre Hamilton e Alonso para ver quem seria o autor da melhor volta — o inglês da McLaren ganhou.
Sem a Red Bull se resolver se apoia Vettel ou Webber, Alonso manteve importante vantagem na tabela de classificação, com oito pontos de vantagem para Webber — 246 a 238. Isto é, um segundo lugar dá o título ao espanhol. Vettel foi a 231. E Hamilton chegou a 222. Os quatro na disputa. Abu Dhabi queria. E vai ver a decisão do Mundial 2010.
Fonte(GP)

Na corrida, James Buescher largou na pole-position e liderou até a quinta volta, quando foi ultrapassado por Kyle Busch. O novato perdeu uma série de posições até chamar a primeira bandeira amarela, na volta 44, depois de acertar o muro ao ter um pneu furado.
Bruno está longe de ser um Ayrton, claro, mas uma certa nostalgia virá à tona quando ele se sentar pela primeira vez no carro da nova Lotus, agora sob gestão de um empresário malaio, Tony Fernandes, dono de companhia aérea. A equipe 'reestreou' na categoria neste ano, 16 temporadas depois de sua última participação no Mundial. No final de 1994, depois de uma vertiginosa decadência técnica e financeira, a Lotus fundada por Colin Chapman fechou suas portas na F1 e foi reaparecer no fim de 2009, quando a FIA elegeu as equipes que seriam admitidas a partir da temporada seguinte para engordar o grid. Entre elas estava o grupo de Fernandes, que adquiriu os direitos de uso da marca Lotus para disputar o campeonato.
O piloto da Ferrari contou com os abandonos dos pilotos da Red Bull: Mark Webber perdeu o controle do carro e bateu na 19ª volta; Sebastian Vettel viu seu motor Renault explodir no giro 46, quando liderava soberano. Com o resultado, o espanhol foi alçado ao posto de novo líder do Mundial de Pilotos com 231 pontos, superando a dupla da esquadra rubrotaurina.
Lewis Hamilton cruzou a linha de chegada de Yeongam em segundo e subiu para terceiro colocado na temporada, com 210 pontos, superando Vettel na tabela de classificação. Já Felipe Massa se recuperou do fim de semana ruim em Suzuka, fez uma corrida consistente e completou o pódio na Coreia do Sul.
Rubens Barrichello vinha em quinto, quando seus pneus mostraram grande desgaste e causaram um erro que lhe custou duas posições. À sua frente, na sexta posição, ficou Vitantonio Liuzzi, repetindo seu melhor resultado na F1. Outro que teve desempenho marcante foi Michael Schumacher, que completou em quarto.
Os que esperavam por uma corrida 100% emoção ficaram frustrados com a decisão da direção de prova em estabelecer a largada atrás do safety-car. Lewis Hamilton era um deles. No rádio, reclamou da escolha de Charlie Whiting.